Imagem: Jeon Han. Licença: Creative Commons BY-SA
Reportagem: Mario Gazzola
Em Guadalajara, o confronto entre Coreia do Sul e República Tcheca pela segunda partida da Copa teve um primeiro tempo morno no Estadio Akron: sem gols, sem cartões, sem nada que fizesse o chão tremer em Jalisco. Parecia que um time estava estudando o outro ou que os dois estavam usando o primeiro tempo para se aquecer. Coreanos prendendo bola, fazendo passes e mais passes, tentando umas finalizações sem muita objetividade. Tchecos fazendo desarmes, goleiro fazendo defesas.
De repente, um segundo tempo movimentado: os europeus abriram o placar pra cima dos asiáticos, com um gol de cabeça aos 59 minutos do capitão Ladislav Krejci. Menos de dez minutos depois, aos 67, um empate em forma de golaço do Hwang In-Beom: o cara deu um nó na zaga com um drible, deitou o goleiro e mandou na cavadinha, um tapinha por cobertura. Mais adiante, aos 80 cronometrados, Hyeon-Gyu Oh entregou o revestrés aos Tchecos, com assistência do mesmo In-Beom que tinha marcado antes (e que virou o homem do jogo). Lee Kang-In também mereceu destaque.
Nenhum cartão vermelho. Nem sequer um amarelo. Disciplina dos dois lados, dando a aula de classe esportiva que faltou ao jogo de estréia da competição. Até os instantes finais: quando o árbitro tava pensando em encher os pulmões para o apito final, Gi-Hyuk Lee comete falta e toma cartão amarelo. Faz parte. E os sul-coreanos? Venceram! Um 2x1 de virada.
A pedido dos detentores dos direitos da imagem ilustrativa desta reportagem, os créditos seguirão um formato específico: Korea.net / Korean Culture and Information Service (Jeon Han). Distribuição via Creative Commons BY.

